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5 Dicas do que fazer com o seu subsídio de Natal!

5 Dicas Do Que Fazer Com O Seu Subsídio De Natal!

O mais certo, é que grande parte do subsídio de Natal seja destinado a compras de prendas, e já muitas pessoas têm o seu orçamento organizado para esse período, mas depois não sabem exatamente o que fazer com o subsídio que lhes vai restar. Assim, O Senhor do Banco selecionou 5 dicas que o vão ajudar.

O 14º salário, ou subsídio de Natal, como é habitualmente chamado, pode ser utilizado para poupar, aventurar-se em produtos financeiros que tenham maior potencial de rendimento ou ainda, para liquidar dívidas e poupar imenso nos juros. 

#1- Poupe para o seu fundo de emergência

O SENHOR DO BANCO sugere que se tenha um fundo de emergência que garanta 6 meses de despesas fixas ou ao menos 3 meses de rendimentos. Assim, pode usar o seu subsídio para complementar este fundo ou mesmo criá-lo se ainda não o tiver. Lembre-se que esse montante é uma reserva e só deve ser usado em casos extremos, como a perda do emprego ou outras emergências. Não há valores máximo aceitáveis, tudo o que possa juntar a mais será ideal para si, mas naturalmente um mínimo para emergência é aconselhável e como o mais difícil é sempre começar, esta pode ser a oportunidade certa para o fazer. 

#2- Poupar para reforma (PPR)

Seguindo a linha do fundo de emergência pode pensar em poupar para a reforma. É sabido que com o passar dos anos os portuguesas estão a ser cada vez mais penalizados nas suas reformas, pelo que o PPR ainda continua a ser visto com um bom investimento. Apesar de terem perdido algumas vantagens fiscais nos últimos anos, podem ser uma boa opção aos que não querem arriscar demais. Caso escolha essa opção, deve procurar perceber: as comissões e rentabilidade; qual o risco da remuneração e segurança do capital; escolher qual o tipo de reembolso e orientar-se a propósito dos benefícios fiscais. Além disso, não deixe de comparar diversas instituições que ofereçam o produto a fim de garantir as melhores taxas e retornos.

#3- Depósitos a prazo 

Os depósitos a prazo além de possuírem baixos riscos vinculados, são a forma preferida de investimento dos portugueses. Apesar de nesta altura terem baixos (ou nenhuns) retornos, possuem a garantia de capital, o que significa que os clientes que optam por essa forma de investimento têm sempre os fundos depositados, assegurados pelo Fundo de Garantia de Depósito até ao momento de 100.000€ por titular. Esta é a opção ideal para quem quer poupar sem risco e preocupações.  

#4- Amortizar o Crédito Habitação

A amortização do Crédito Habitação também é uma opção, dado que essa poderá resultar na descida das prestações mensais, o que contribuiu para uma maior folga financeira mensal, e ainda a redução do montante total de juros a pagar ao banco no final do prazo. Tenha em conta que a amortização sofrerá a cobrança da comissão de amortização antecipado, mas que valerá sempre a pena, face à poupança ao longo do contrato. Note-se que de acordo com a lei, para contratos taxa variável a comissão máxima será de 0,5%, e em contratos de taxa fixa de 2%. Posto isto, deve também comparar o spread do seu financiamento com as remunerações das poupanças existentes no mercado para perceber se ao amortizar conseguirá maior rentabilidade que ao aplicar o seu subsídio. Se tiver dois créditos habitação, opte pelo que tem a TAN mais elevada. 

#5- Liquidar dívidas

No limite, caso tenha outras dívidas, nomeadamente de cartões de crédito e crédito pessoal, onde as taxas são mais elevadas, pode usar o seu subsídio para começar o ano novo com o “pé direito” ao equilibrar as contas e reduzir encargos com os juros. Além do alívio de ter as suas dívidas liquidadas, tem uma outra vantagem que é reduzir os seus encargos totais, o que facilitará a aprovação e as condições, quando precisar pedir créditos mais altos, como é o Crédito Habitação, obras ou automóvel. 

Seja em forma de poupança, investimento ou na liquidação das dívidas use o seu subsídio de Natal de forma consciente pois o mesmo poderá ajudá-lo na construção do seu futuro financeiro.

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